quarta-feira, 25 de novembro de 2009

CLIMAS DO BRASIL

Climas que ocorrem no Brasil

Climas Controlados por Massas de Ar Equatoriais e Tropicais
Equatorial Úmido (Convergência dos Alísios)
Tropical (Inverno seco e verão úmido)
Tropical Semi-Árido (Tendendo a seco pela irregularidade da ação das massas de ar)
Litorâneo Úmido (Influenciado pela Massa Tropical Marítima) Climas Controlados por Massas de Ar Tropicais e Polares
Subtropical Úmido (Costas orientais e subtropicais, com predomínio da Massa Tropical Marítima) Fonte: Atlas Geográfico Escolar - Maria Elena Simielli/Mário De Biasi
O Brasil, pelas suas dimensões continentais, possui uma diversificação climática bem ampla, influenciada pela sua configuração geográfica, sua significativa extensão costeira, seu relevo e a dinâmica das massas de ar sobre seu território. Esse último fator assume grande importância, pois atua diretamente sobre as temperaturas e os índices pluviométricos nas diferentes regiões do país.
Em especial, as massas de ar que interferem mais diretamente no Brasil, segundo o Anuário Estatístico do Brasil, do IBGE, são a Equatorial, tanto Continental como Atlântica; a Tropical, também Continental e Atlântica; e a Polar Atlântica, proporcionando as diferenciações climáticas.
Nessa direção, são verificados no país desde climas superúmidos quentes, provenientes das massas Equatoriais, como é o caso de grande parte da região Amazônica, até climas semi-áridos muito fortes, próprios do sertão nordestino.O clima de uma dada região é condicionado por diversos fatores, dentre eles pode-se citar temperatura, chuvas, umidade do ar, ventos e pressão atmosférica, os quais, por sua vez, são condicionados por fatores como altitude, latitude, condições de relevo, vegetação e continentalidade.
De acordo com a classificação climática de Arthur Strahler, predominam no Brasil cinco grandes climas, a saber:
clima equatorial úmido da convergência dos alísios, que engloba a Amazônia;
clima tropical alternadamente úmido e seco, englobando grande parte da área central do país e litoral do meio-norte;
clima tropical tendendo a ser seco pela irregularidade da ação das massas de ar, englobando o sertão nordestino e vale médio do rio São Francisco; e
clima litorâneo úmido exposto às massas tropicais marítimas, englobando estreita faixa do litoral leste e nordeste;
clima subtropical úmido das costas orientais e subtropicais, dominado largamente por massa tropical marítima, englobando a Região Sul do Brasil. Quanto aos aspectos térmicos também ocorrem grandes variações. Como pode ser observado no mapa das médias anuais de temperatura a seguir, a Região Norte e parte do interior da Região Nordeste apresentam temperaturas médias anuais superiores a 25oC, enquanto na Região Sul do país e parte da Sudeste as temperaturas médias anuais ficam abaixo de 20oC.



Acima de 25ºC

Entre 20ºC e 25ºC

Abaixo de 20ºC
Mapa Médias Anuais de Temperatura Fonte: Atlas Escolar MelhoramentosDe acordo com dados da FIBGE, temperaturas máximas absolutas, acima de 40oC, são observadas em terras baixas interioranas da Região Nordeste; nas depressões, vales e baixadas do Sudeste; no Pantanal e áreas rebaixadas do Centro-Oeste; e nas depressões centrais e no vale do rio Uruguai, na Região Sul. Já as temperaturas mínimas absolutas, com freqüentes valores negativos, são observadas nos cumes serranos do sudeste e em grande parte da Região Sul, onde são acompanhadas de geadas e neve.
O quadro a seguir apresenta as temperaturas do ar, máximas e mínimas absolutas, das capitais estaduais brasileiras.
UF
CAPITAIS
MÁXIMA (oC)
MÍNIMA (oC)
RO
Porto Velho (4)
34.8
15.0
AC
Rio Branco (4)
35.6
-
AM.
Manaus (5)
36.3
18.3
RO
Boa Vista
-
-
PA
Belém (5)
33.8
20.8
AP
Macapá (1)
34.0
21.2
TO
Palmas
-
-
MA
São Luís (1)
32.8
20.6
PI
Teresina (1)
38.1
17.8
CE
Fortaleza (5)
33.3
21.3
RN
Natal (5)
31.0
18.3
PB
João Pessoa (5)
31.2
19.0
PE
Recife (5)
32.0
18.4
AL
Maceió (1)
34.4
18.0
SE
Aracaju (3)
32.6
18.0
BA
Salvador (1)
32.8
19.6
MG
Belo Horizonte (3)
32.3
10.0
ES
Vitória (1)
35.5
15.1
RJ
Rio de Janeiro
-
-
SP
São Paulo (5)
33.9
4.4
PR
Curitiba (4)
31.6
-0.7
SC
Florianópolis (3)
34.8
1.5
RS
Porto Alegre (5)
37.2
-0.2
MS
Campo Grande (4)
35.3
4.1
MT
Cuiabá (5)
39.1
8.3
GO
Goiânia (3)
36.2
8.9
DF
Brasília (2)
31.6
7.0
Fonte: FIBGE Notas: (1) dados referentes a 1989; (2) dados referentes a 1990; (3) dados referentes a 1991; (4) dados referentes a 1992; e (5) dados referentes a 1993.
início desta página
Para uma caraterização mais detalhada, selecione a região de interesse.
Região Norte
Região Nordeste
Região Sudeste
Região Sul
Região Centrro-Oeste
Região Norte
A região Norte do Brasil compreende grande parte da denominada região Amazônica, representando a maior extensão de floresta quente e úmida do planeta. A região é cortada, de um extremo a outro, pelo Equador e caracteriza-se por baixas altitudes (0 a 200 m). São quatro os principais sistemas de circulação atmosférica que atuam na região, a saber: sistema de ventos de Nordeste (NE) a Leste (E) dos anticiclones subtropicais do Atlântico Sul e dos Açores, geralmente acompanhados de tempo estável; sistema de ventos de Oeste (O) da massa equatorial continental (mEc); sistema de ventos de Norte (N) da Convergência Intertropical (CIT); e sistema de ventos de Sul (S) do anticiclone Polar. Estes três últimos sistemas são responsáveis por instabilidade e chuvas na área.
Quanto ao regime térmico, o clima é quente, com temperaturas médias anuais variando entre 24o e 26oC.
Com relação à pluviosidade não há uma homogeneidade espacial como acontece com a temperatura. Na foz do rio Amazonas, no litoral do Pará e no setor ocidental da região, o total pluviométrico anual, em geral, excede a 3.000 mm. Na direção NO-SE, de Roraima a leste do Pará, tem-se o corredor menos chuvoso, com totais anuais da ordem de 1.500 a 1.700 mm.
O período chuvoso da região ocorre nos meses de verão - outono, a exceção de Roraima e da parte norte do Amazonas, onde o máximo pluviométrico se dá no inverno, por influência do regime do hemisfério Norte.
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Região Nordeste
A caracterização climática da região Nordeste é um pouco complexa, sendo que os quatro sistemas de circulação que influenciam na mesma são denominados Sistemas de Correntes Perturbadas de Sul, Norte, Leste e Oeste.
O proveniente do Sul, representado pelas frentes polares que alcançam a região na primavera - verão nas áreas litorâneas até o sul da Bahia, traz chuvas frontais e pós-frontais, sendo que no inverno atingem até o litoral de Pernambuco, enquanto o sertão permanece sob ação da alta tropical.
O sistema de correntes perturbadas de Norte, representadas pela CIT, provoca chuvas do verão ao outono até Pernambuco, nas imediações do Raso da Catarina. Por outro lado, as correntes de Leste são mais freqüentes no inverno e normalmente provocam chuvas abundantes no litoral, raramente alcançando as escarpas do Planalto da Borborema (800 m) e da Chapada Diamantina (1.200 m).
Por fim, o sistema de correntes de Oeste, trazidas pelas linhas de Instabilidade Tropical (IT), ocorrem desde o final da primavera até o início do outono, raramente alcançando os estados do Piauí e Maranhão.
Em relação ao regime térmico, suas temperaturas são elevadas, com médias anuais entre 20o e 28oC, tendo sido observado máximas em torno de 40oC no sul do Maranhão e Piauí. Os meses de inverno, principalmente junho e julho, apresentam mínimas entre 12o e 16oC no litoral, e inferiores nos planaltos, tendo sido verificado 1oC na Chapada da Diamantina após a passagem de uma frente polar.
A pluviosidade na região é complexa e fonte de preocupação, sendo que seus totais anuais variam de 2.000 mm até valores inferiores a 500 mm no Raso da Catarina, entre Bahia e Pernambuco, e na depressão de Patos na Paraíba. De forma geral, a precipitação média anual na região nordeste é inferior a 1.000 mm, sendo que em Cabaceiras, interior da Paraíba, foi registrado o menor índice pluviométrico anual já observado no Brasil, 278 mm/ano. Além disso, no sertão desta região, o período chuvoso é, normalmente, de apenas dois meses no ano, podendo, em alguns anos até não existir, ocasionando as denominadas secas regionais.
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Região Sudeste
A posição latitudinal cortada pelo Trópico de Capricórnio, sua topografia bastante acidentada e a influência dos sistemas de circulação perturbada são fatores que conduzem à climatologia da região Sudeste ser bastante diversificada em relação à temperatura.
A temperatura média anual situa-se entre 20oC, no limite de São Paulo e Paraná, e 24oC, ao norte de Minas Gerais, enquanto nas áreas mais elevadas das serras do Espinhaço, Mantiqueira e do Mar, a média pode ser inferior a 18oC, devido ao efeito conjugado da latitude com a freqüência das correntes polares.
No verão, principalmente no mês de janeiro, são comuns médias das máximas de 30oC a 32oC nos vales dos rios São Francisco e Jequitinhonha, na Zona da Mata de Minas Gerais, na baixada litorânea e a oeste do estado de São Paulo.
No inverno, a média das temperaturas mínimas varia de 6oC a 20oC, com mínimas absolutas de -4o a 8oC, sendo que as temperaturas mais baixas são registradas nas áreas mais elevadas. Vastas extensões de Minas Gerais e São Paulo registram ocorrências de geadas, após a passagem das frentes polares.
Com relação ao regime de chuvas, são duas as áreas com maiores precipitações: uma, acompanhando o litoral e a serra do Mar, onde as chuvas são trazidas pelas correntes de sul; e outra, do oeste de Minas Gerais ao Município do Rio de Janeiro, em que as chuvas são trazidas pelo sistema de Oeste. A altura anual da precipitação nestas áreas é superior a 1.500 mm. Na serra da Mantiqueira estes índices ultrapassam 1.750 mm, e no alto do Itatiaia, 2.340 mm.
Na serra do Mar, em São Paulo, chove em média mais de 3.600 mm. Próximo de Paranapiacaba e Itapanhaú, foi registrado o máximo de chuva do país (4.457,8 mm, em um ano). Nos vales dos rios Jequitinhonha e Doce são registrados os menores índices pluviométricos anuais, em torno de 900 mm.
O máximo pluviométrico da região Sudeste normalmente ocorre em janeiro e o mínimo em julho, enquanto o período seco, normalmente centralizado no inverno, possui uma duração desde seis meses, no caso do vale dos rios Jequitinhonha e São Francisco, até cerca de dois meses nas serras do Mar e da Mantiqueira.
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Região Sul
A região Sul está localizada abaixo do Trópico de Capricórnio, em uma zona temperada, É influenciada pelo sistema de circulação perturbada de Sul, responsável pelas chuvas, principalmente no verão, e pelo sistema de circulação perturbada de Oeste, que acarreta chuvas e trovoadas, por vezes granizo, com ventos com rajadas de 60 a 90 km/h.
Quanto ao regime térmico, o inverno é frio e o verão é quente. A temperatura média anual situa-se entre 14o e 22oC, sendo que nos locais com altitudes acima de 1.100 m, cai para aproximadamente 10oC.
No verão, principalmente em janeiro, nos vales dos rios Paranapanema, Paraná, Ibicuí-Jacuí, a temperatura média é superior a 24oC, e do rio Uruguai ultrapassa a 26oC. A média das máximas mantém-se em torno de 24o a 27oC nas superfícies mais elevadas do planalto e, nas áreas mais baixas, entre 30o e 32oC.
No inverno, principalmente em julho, a temperatura média se mantém relativamente baixa, oscilando entre 10o e 15oC, com exceção dos vales dos rios Paranapanema e Paraná, além do litoral do Paraná e Santa Catarina, onde as médias são de aproximadamente 15o a 18oC. A média das máximas também é baixa, em torno de 20o a 24oC, nos grandes vales e no litoral, e 16o a 20oC no planalto. A média das mínimas varia de 6o a 12oC, sendo comum o termômetro atingir temperaturas próximas de 0oC, ou mesmo alcançar índices negativos, acompanhados de geada e neve, quando da invasão das massas polares.
A pluviosidade média anual oscila entre 1.250 e 2.000 mm, exceto no litoral do Paraná e oeste de Santa Catarina, onde os valores são superiores a 2.000 mm, e no norte do Paraná e pequena área litorânea de Santa Catarina, com valores inferiores a 1.250 mm. O máximo pluviométrico acontece no inverno e o mínimo no verão em quase toda a região.
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Região Centro-Oeste
Três sistemas de circulação interferem na região Centro-Oeste: sistema de correntes perturbadas de Oeste, representado por tempo instável no verão; sistema de correntes perturbadas de Norte, representado pela CIT, que provoca chuvas no verão, outono e inverno no norte da região; e sistema de correntes perturbadas de Sul, representado pelas frentes polares, invadindo a região no inverno com grande freqüência, provocando chuvas de um a três dias de duração.
Nos extremos norte e sul da região, a temperatura média anual é de 22oC e nas chapadas varia de 20o a 22oC. Na primavera-verão, são comuns temperaturas elevadas, quando a média do mês mais quente varia de 24o a 26oC. A média das máximas de setembro (mês mais quente) oscila entre 30o e 36oC.
O inverno é uma estação amena, embora ocorram com freqüência temperaturas baixas, em razão da invasão polar, que provoca as friagens, muito comuns nesta época do ano. A temperatura média do mês mais frio oscila entre 15o e 24oC, e a média das mínimas, de 8o a 18oC, não sendo rara a ocorrência de mínimas absolutas negativas.
A caracterização da pluviosidade da região se deve quase que exclusivamente ao sistema de circulação atmosférica. A pluviosidade média anual varia de 2.000 a 3.000 mm ao norte de Mato Grosso a 1.250 mm no Pantanal mato-grossense.
Apesar dessa desigualdade, a região é bem provida de chuvas. Sua sazonalidade é tipicamente tropical, com máxima no verão e mínima no inverno. Mais de 70% do total de chuvas acumuladas durante o ano se precipitam de novembro a março. O inverno é excessivamente seco, pois as chuvas são muito raras.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

reciclagem

Plástico

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O plástico serve de matéria prima para a fabricação de diversos produtos, como os potes dessa fotografia.

Em química e tecnologia, os plásticos são materiais orgânicos poliméricos sintéticos, de constituição macrocelular, dotada de grande maleabilidade (que apresentam a propriedade de adaptar-se em distintas formas), facilmente transformável mediante o emprego de calor e pressão, e que serve de matéria-prima para a fabricação dos mais variados objetos: vasos, toalhas, cortinas, bijuterias, carrocerias, roupas, sapatos.

A matéria-prima dos plásticos geralmente é o petróleo. Este é formado por uma complexa mistura de compostos. Pelo fato de estes compostos possuírem diferentes temperaturas de ebulição, é possível separá-los através de um processo conhecido como destilação ou craqueamento.

A fração nafta é fornecida para as centrais químicas e petrodóicas, onde passa por uma série de processos, dando origem aos principais monômeros, como, por exemplo, a creolina.

São divididos em dois grupos, de acordo com as suas características de fusão ou derretimento: termoplásticos e termorrígidos

terça-feira, 6 de outubro de 2009

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Enfermagem

HISTÓRIA DA ENFERMAGEM

INTRODUÇÃO

No período Pré-Cristão as doenças eram tidas como um castigo de Deus ou resultavam do poder do Demônio - assim o tratamento consistia em sacrifícios.
Mais tarde os sacerdotes adquiriram conhecimentos sobre plantas medicinais e passaram a ensinar pessoas delegando-lhes a função de Enfermeiros e Farmacêuticos.
As práticas da saúde foram evoluindo, conforme a progressão da ciência o que gerou também um avanço na medicina e reorganização da instituição hospitalar.
FLORENCE NIGHTINGALEA Dama da Lâmpada
Nasceu em 12 de maio de 1820 em Florença -Itália, filha de uma família de ingleses, nobre e aristocrática, pôde estudar e ser bem educada.
Em 1854 durante a Guerra da Crimeia, Florence ofereceu os seus serviços como voluntária e sua atuação nos alojamentos conseguiu baixar a taxa de mortalidade dos feridos de 40% para 02%.
Após a Guerra da Crimeia publicou 02 livros: Notas sobre Hospitais, em 1858 e Notas sobre Enfermagem em 1859.
Em 1860 inaugurou a Primeira Escola de Enfermagem dos Tempos Modernos, no Hospital São Tomas em Londres, onde as alunas eram jovens educadas e de elevada posição social.
O sistema de ensino de Florence era rígido e foi difundido em todo o mundo.
O sistema Nightingale de ensino tinha três pontos centrais:
1. As Enfermeiras deveriam assumir a direção das escolas de enfermagem;
2. O ensino deveria ser metódico;
3. Os critérios de conduta moral, intelectual, assim como aptidão, deveriam ser usados na seleção de candidatas.


COMO ERA A SAÚDE NO BRASIL?

Haviam poucos Hospitais e os cuidados eram prestados por escravos e religiosos e a assistência à mulher era realizada por parteiras, também conhecidas como curandeiras.
No inicio do século XIX, graves problemas de saúde pública se faziam presentes no Brasil, como a falta de saneamento das cidades, a precariedade das habitações, a necessidade de controle de epidemias e controle sanitário nos portos, assim como doentes mentais perambulando pelas ruas.


Nossa primeira grande Enfermeira
Ana Justina Ferreira, nasceu aos 13 de dezembro de 1814, na Bahia, casou-se com Isidoro Antonio Nery e enviuvou aos 30 anos.
Quando seus dois filhos foram convocados para a Guerra do Paraguai (1864 – 1870) , não resistiu a separação da família e parte como voluntária nos campos de batalha, onde improvisa hospitais e não mede esforços em prol dos brasileiros.
Após 05 anos, retorna ao Brasil e é acolhida com carinho e louvor. Sua morte foi em 20 de maio de 1880.


O ENSINO DE ENFERMAGEM NO BRASIL

Escola de Enfermagem foi fundada em 1890 - Escola Profissional de Enfermeiros e Enfermeiras (EPEE), posteriormente chamada de Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, que funcionava dentro do Hospital de Alienados e hoje pertence a UNIRIO.
1895 - através de uma iniciativa particular é criado o Curso de Enfermagem do Hospital Samaritano, em moldes “ nightingaleanos”, com Enfermeiras inglesas que realizavam também a assistência domiciliar.
1916 – Escola da Cruz Vermelha do Rio de Janeiro – iniciou com um curso de socorrista, depois foram formandos outros cursos. Esta Escola encerrou suas atividades.
1923 -É inaugurada a Escola Anna Nery, no Rio de Janeiro, considerada como padrão no ensino da Enfermagem.
1939 - Surge a Escola Paulista de Enfermagem.
1942 - Tem início a Escola de Enfermagem da USP.
Nossa primeira


QUANDO SURGIRAM OS CURSOS DE AUXILIAR E TÉCNICO DE ENFERMAGEM?

A lei 775 de 06 de agosto de 1949, criou oficialmente o curso de Auxiliar de Enfermagem, em dezoito meses, aberto para homens e mulheres.
Em 1966 foi criado o curso de Técnico de Enfermagem e em 1977 através das Resoluções 7/77 e 8/77 do Conselho Estadual da Educação, foi regulamentado o ensino da Enfermagem, determinando o novo currículo, número de horas de estudo e estágios necessários para cada curso.

QUANTOS SOMOS HOJE NO BRASIL?

725 mil profissionais:102.213 Enfermeiros161.418 Técnicos de Enfermagem459.838 Auxiliares de Enfermagem
Fonte COFEN


TEMOS MUITOS PROFISSIONAIS?


Apesar da expressividade, há três vezes menos Enfermeiros do que médicos no Brasil.Em nações desenvolvidas, o contingente de Enfermeiros é em media cinco vezes maior que o de médicos.
Se São Paulo tem uma das melhores assistências de Enfermagem, devemos isso aos pioneiros da profissão, que romperam preconceitos e trabalharam dignamente com recursos escassos. Agora, cabe a nós continuarmos este trabalho de progressão da nossa profissão, ampliando os horizontes, estudando cada vez mais e seguindo os princípios da ética profissional.
Afinal... Somos gente que cuida de gente!



A profissão

O Técnico em Enfermagem, além de exercer todas as funções do auxiliar, está apto a atuar em setores críticos, tais como UTI, centros cirúrgicos, urgências e emergências, entre outros.


Área de atuação

O Técnico em Enfermagem pode atuar em:-Clínicas médicas;-Hospitais e ambulatórios; -Clínicas e centros de diagnósticos por imagem;-Laboratórios de análises clínicas e banco de sangue; -Centro de recuperação de dependentes químicos;-Postos de saúde;-Indústrias, centros e clínicas geriátricas;-Empresas de resgate aéreo e terrestre;-Escolas, creches e centros de recreação infantil;-Clínicas psiquiátricas, dermatologia e estética;-Centros de medicina alternativa;-Serviços de Enfermagem Domiciliar (Home Care).
Além de UTI, centros cirúrgicos, urgências e emergências, entre outros.

Mercado de trabalho

Este profissional da saúde pode atuar na área da medicina preventiva, diagnóstica e curativa. Compõe a equipe de saúde junto à enfermeira, auxiliando-a diretamente nas ações com o paciente e com a equipe de enfermagem.Quando habilitados podem trabalhar, por exemplo, em Clínicas Médicas e Hospitais; Ambulatórios; Clínicas e Centros de Diagnósticos por Imagem; Laboratório de Análise Clínica e Banco de Sangue; Centro de Recuperação de Dependentes Químicos, Centros e Postos de Saúde; Indústrias; Centros e Clínicas Geriátrica; Empresas de Resgate Aéreo e Terrestre; Escolas, Creches e Centro de Recreação Infantil; Clínicas de Doenças Psiquiátricas; Centro de medicina Alternativa; Clínicas de Dermatologia e Estética; Serviços de Enfermagem Domiciliar (Home Care). Poderá atuar tanto em setores abertos como fechados (Centro Cirúrgico, Unidades de Terapias Intensivas e Semi-intensivas).Periodicamente, são admitidos em concursos públicos do INSS, prefeituras municipais, Secretaria de Saúde, Hospitais Militares entre outros.

Faixa salarial

Salário base de um técnico de Enfermagem: acima de R$ 1.500,00 (inicial)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Enfermagem

Como funciona o Curso Técnico de Enfermagem
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Educação, Profissão 27/04/09 Isabella
Os profissionais na área da saúde são muito importantes para o funcionamento da sociedade, eles possuem o conhecimento necessário para lidar com inúmeros tipos de doenças. Os enfermeiros precisam de uma qualificação especial para conseguir desempenhar sua respectiva função.
O curso técnico de enfermagem é uma ótima opção para quem deseja seguir carreira no setor de saúde. O principal objetivo desse profissional é cuidar dos pacientes, tratá-los da melhor forma possível para que a gravidade das doenças possa ser minimizada.
O mercado de trabalho é bem amplo para o enfermeiro, ele pode promover através do seu trabalho a orientação para a saúde, a educação sanitária e as formas de prevenção para evitar as principais doenças. É papel do enfermeiro auxiliar os médicos e também garantir o conforto dos pacientes.
Varias instituições oferecem o curso técnico de enfermagem, cada uma apresentando um tipo de qualidade para efetuar a formação. O tempo de duração vai depender de quantos módulos você vai cursar, mas tudo indica que será um aprendizado enriquecedor, uma grande oportunidade para se destacar no mercado de trabalho.

terça-feira, 8 de setembro de 2009



Esse período , denominado de "Quinhentismo ", apesar de não ter apresentado nenhum estilo literário articulado e desenvolvido , mostrou algumas manifestações que merecem consideração . Podemos destacar duas tendências literárias dentro do Quinhentismo brasileiro : a Literatura de Informação e a Literatura dos Jesuítas .




Ao realizar um exaustivo trabalho de catequese, José de Anchieta deixou uma fabulosa herança literária: a primeira gramática do tupi-guarani, insuperável cartilha para o ensino da língua dos nativos.




O melhor exemplo da escola quinhentista brasileira é Pero Vaz de Caminha. Sua "Carta ao El Rei Dom Manuel sobre o achamento do Brasil", além do inestimável valor histórico, é um trabalho de bom nível literário. O texto da carta mostra claramente o duplo objetivo que, segundo Caminha, impulsionava os portugueses para as aventuras marítimas, isto é, a conquista dos bens materiais e a dilatação da fé cristã.



quarta-feira, 10 de junho de 2009

Hanseníase

Doença que tem cura. Na primeira dose do tratamento, 99% dos bacilos são eliminados e não há mais chances de contaminação.


O que é?

Doença causada por um micróbio chamado bacilo de Hansen (mycobacterium leprae), que ataca normalmente a pele, os olhos e os nervos. Também conhecida como lepra, morféia, mal-de-Lázaro, mal-da-pele ou mal -do-sangue.


Transmissão

Não é uma doença hereditária. A forma de transmissão é pelas vias aéreas: uma pessoa infectada libera bacilo no ar e cria a possibilidade de contágio. Porém, a infecção dificilmente acontece depois de um simples encontro social. O contato deve ser íntimo e freqüente.


Contágio

A maioria das pessoas é resistente ao bacilo e, portanto, não adoece. De 7 doentes, apenas um oferece risco de contaminação.

Das 8 pessoas que tiveram contato com o paciente com possibilidade de infecção, apenas 2 contraem a doença. Desses 2, um torna-se infectante.


O ataque da doença

O bacilo de Hansen pode atingir vários nervos, mas contamina mais freqüentemente o dos braços e das pernas. Com o avanço da doença, os nervos ficam danificados e podem impedir o movimentos dos membros, como fechar mãos e andar.

1 - Nervos mais atingidos.


Cuidados que o doente deve ter

Olhos

Repare se você tem permanentemente a sensação de estar com areia nos olhos, a visão embaçada ou ressecada de repente, ou se tem piscado mais que o normal. Pode ser um pequeno nervo dos olhos afetado pela doença.

O que fazer - Observe se há ciscos e limpe com soro. Se está difícil fechar os olhos, exercite-os forçando o músculo ao abrir e fechar.


Nariz

Se sente que o nariz tem ficado entupido com freqüência, se têm aparecido cascas ou sangramentos súbitos, se tem sentido cheiro ruim, o osso do nariz pode ter sido atingido pela doença.

O que fazer - Limpe o nariz com soro fisiológico, inspirando e expirando. Nunca arranque as casquinhas.


Mãos e braços

Se nota dor ou formigamento, choque ou dormência nas mãos, braços e cotovelos ou se as mãos ficam inchadas e com dificuldade de sustentar os objetos, fique atento.

O que fazer - Faça repouso do braço afetado, evite os movimentos repetitivos e não carregue objetos pesados. Procure o serviço de saúde. Use óleos ou cremes para evitar ressecamento.


Pés

Se sente dor e câimbras nas pernas, fraqueza nos pés, formigamento ou choque; se surgem muitas feridas, calos ou bolhas, é sinal de que o nervo foi atingido. Por isso, a pele resseca e o pé fica fraco.

O que fazer - Fique em repouso e ande calçado apenas quando necessário. Procure o médico. Regiões esbranquiçadas e insensíveis na pele são um sinal da doença.


Sintomas


Aparecimento de caroços ou inchados no rosto, orelhas, cotovelos e mãos.

Entupimento constante no nariz, com um pouco de sangue e feridas.

Redução ou ausência de sensibilidade ao calor, ao frio, à dor a ao tato.


Manchas em qualquer parte do corpo, que podem ser pálidas, esbranquiçadas ou avermelhadas.

Partes do corpo dormentes ou amortecidas. Em especial as regiões cobertas.


Tratamento

A hanseníase se apresenta, basicamente, de duas formas. O tratamento depende do tipo.

  • Se for do tipo paucibacilar (com poucos bacilos), o tratamento é mais rápido. É dada uma dose mensal de remédios durante seis meses. Além da ingestão de um comprimido diário;
  • Se for do tipo multibacilar (com muitos bacilos), o tempo para tratamento é mais longo. São 12 doses do medicamento, uma por mês. Além de dois outros remédios diários durante os dois anos.
O tratamento será 100% eficiente se for levado a sério do começo ao fim. Todos os medicamentos devem ser distribuídos pela rede pública de saúde.